quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Fatos engraçados da vida

Até onde eu sei, não vou escrever nada sobre o Canadá agora. Estava contando uma história engraçada para o Chuck, pelo Skype, e resolvi fazer uma enumeração de alguns momentos marcantes da minha vida:

. O Fabrício indo se esconder embaixo da ponte do Canal 5 e caindo dentro do dito cujo. Embora a memória deste episódio esteja meio perdida devido ao teor etílico de meu sangue em tal data, a lembrança do Fabrício saindo do canal pintado de preto da cintura da baixo é algo que nunca saíra da minha memória;
. Imagem e Ação com a molecada; Nem vou citar o episódio do "Será que ele é?", mas até hoje eu choro de rir quando eu lembro daquilo;
. A história que eu estava contando para o Chuck, que me fez ter vontade de escrever isto, se passou há muitos anos atrás em uma viagem de Caraguatatuba para Santos com o carro da minha mãe, o BR800. Eu ia levar a caranga para a oficina do sogro já que ele estava precisando de uma revisão geral. A partir daí se presume que ele não estava em muito bom estado na época, e isto era a mais pura verdade. Estava um dia bonito, céu azul, vento no rosto, easy rider, subindo a serra do mar mais devagar que uma velhinha passando as compras no caixa do mercado, com uma fila de motoristas infelizes atrás do meu carro, que na minha opinião não estavam curtindo a viagem como eu estava. Bom, a amiga de todas as horas, a sempre bem vinda terceira faixa, surgiu no horizonte e os carros começaram a passar do meu lado, um a um, cada motorista com uma feição diferente. Depois de alguns carros eis que surge
um Chevette 66, bege, um pouco mais rápido do que eu, mas um peidinho mais rápido, com uns 5 peões de obra dentro. Eu olhando para eles com uma cara de "é, que merda", e eles dando risada, gargalhando, não sei se porque tinha alguém mais devagar do que eles ou porque a minha cara estava mesmo impagável naquele dia. Um deles não tinha vários centro-avantes, eu comecei a rir, gargalhar, chorar, e só fui parar depois que eu cheguei em Santos. Depois disso eu não liguei mais para ir a 20 km/h nas serras da estrada. Na subida e na descida, senão eu não conseguia parar :-)
. Quando eu quebrei a bandeja de vidro na casa do Fabrício, em um churrasco, e depois quebrei a vassoura indo limpar; Puta merda;
. Eu lembro até hoje também deu puxando a cadeira no Raphael no bar do gordo. Raphael, nunca é tarde, mas desculpas por aquele dia!
. E também outra coisa que eu me arrependi foi ter jogado o Pablo no canal 4 ou 5, não lembro agora. Eu pulei depois para tentar mostrar que eu estava arrependido mas eu continuei arrependido mesmo depois daquilo. Pablo, nunca é demais, mas desculpas por aquele dia!
. Eu no telhado da casa do Kb.Lo em Guaecá quando surge o vizinho, as três da manhã, me chama e me diz, educamente, que a gente estava perturbando o seu sono ou algo assim. A gente acabou fazendo menos barulho depois disso. Vizinho, nunca é demais, mas desculpa por aquele dia!
. Este é mais recente. Estava na casa dos pais da Soraya, e coloquei a camisa mais baianosa (havaiana), com uma bermuda e havaianas, a Soraya queria morrer de desgosto, eu até que estava gostando, mas eu tinha me conformado e ia trocar de roupa. Neste momento, surge o Arthur no corredor, olha para mim, fita a minha camisa por uns segundos e diz "Nossa, papai, que camisa bonita!". Ganhei o dia. E acho que o Arthur ganhou algum presente também depois disso;
. O Kb.Lo deve lembrar bem quando foi buscar a Sabrina e levou o moleque junto, só o moleque, e a primeira coisa que ele disse foi "Tio Kb.Lo (cabelo), você pode abaixar um pouquinho o volume?". É, tal pai, tal filho;

Bom, se eu for contar todas as histórias eu não saio mais daqui. Nesta semana vai ter o Global Fest aqui em Calgary e vai ter um estande do Brasil. Eu quero ver se consigo ir lá para ver qual é que é. Eu também preciso ir na lojinha de produtos Brasileiros para comprar feijão, vou ver se mando um arroz com feijão básico no fim de semana. Fechando com uma bistequinha de porco e uma couve, já pensou?

Estava dando uma olhada em preço de carros usados aqui em Calgary. Dá para comprar um shit car por 750 dólares, e acho que um não tão shit car por uns 2000 doletas. Acho que vou tentar gastar até 1200 dólares, vamos ver. Eu ia gostar de ter uma caranga.

More news, more posts. Quando tiver mais coisa, eu ponho aqui.

Falows, amigos!

Um comentário:

Soraya Cruz Wallau disse...

OI RAW, companheiro nessa aventura, recordar é viver e eu amei ter vivido essas lembranças, pra falar a verdade eu tô chorando de rir com essas lembranças. Escreva logo o seu livro pq eu tenho certeza q vai ser MANEILO, como o Tutu anda dizendo. Um bjão.