Agora que o cara da Romênia saiu para ir em uma jornada como consultor em uma empresa chamada ThoughWorks, sobraram na equipe eu e mais dois desenvolvedores. Um deles é Chinês e tem uma queda pelo comunismo - ele é o líder técnico da equipe, espero que este lado "comunista" não se manifeste durante o projeto.
:-)
E o cara é gente boa, embora seja meio "Akira"- antes de cada jogada há de se pensar, pensar e pensar. É bom porque como eu sou um estilo mais "vamos fazer esta bagaça andar", uma coisa contrabalança a outra - como diria meu pai, Yin e Yang tem que estar em equilíbrio.
E o outro desenvolvedor, que eu achei que fosse ser o líder técnico, é bem experiente, mas meio tímido - fala com propriedade, mas precisa de um empurrãozinho às vezes. O cara gosta de pedalar todo o dia do trabalho para casa, e isto já é um pequeno sintoma de uma natureza mais introspectiva.
E eu estou gostando de trabalhar. Java 4 Real.
...
A família chega semana que vem! Yay! Já estou bolando um plano para arrumar a casa:
. Sábado eu ponho tudo no lugar e aspiro a casa;
. Domingo eu tiro o pó das coisas, limpo as janelas e monto o trem no quarto do Arthur.
Tão simples! O resto da casa está mais ou menos arrumado, então não devo ter muitos problemas na minha jornada.
...
E eu estou aqui comendo as almôndegas da Ikea. Com aquela geléinha pouco doce e mostarda. E uma garrafinha de água gelada para acompanhar. Vendo um programa sobre um navio gigante no Discovery Channel.
O que mais eu poderia querer desta vida?
:-)
...
Yay! Terça-feira a família volta!
...
Fui!
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Polícia! Polícia! Parte II
Pois é. Parece que tinha alguém dentro da casa:
http://calgary.ctv.ca/servlet/an/local/CTVNews/20080929/CGY_shots_fired_080929/20080929/?hub=CalgaryHome
A polícia foi chamada porque ouviu um tiro. Infelizmente, um homem se matou dentro da casa, e a polícia, usando de toda precaução possível, invadiu a casa.

Eu não sei o que aconteceu. Fora da casa havia um monte de móveis e bens pessoais, como se o dono estivesse mudando ou sendo despejado - mas eu acho que talvez amanhã no jornal saiam mais informações.
É um mundo estranho...
http://calgary.ctv.ca/servlet/an/local/CTVNews/20080929/CGY_shots_fired_080929/20080929/?hub=CalgaryHome
A polícia foi chamada porque ouviu um tiro. Infelizmente, um homem se matou dentro da casa, e a polícia, usando de toda precaução possível, invadiu a casa.

Police responded to a call of a shot fired in a home in the Albert Park area around 3:00 Monday afternoon.
The Tactical Team and Canine Unit were also called to the scene.
When police entered the home they found an older man dead from a self inflicted gun shot wound.
Police blocked off the surrounding area and locked down 3 schools until the area was contained.
Parents with kids at the schools were allowed to pick them up and bus scedules resumed.
Eu não sei o que aconteceu. Fora da casa havia um monte de móveis e bens pessoais, como se o dono estivesse mudando ou sendo despejado - mas eu acho que talvez amanhã no jornal saiam mais informações.
É um mundo estranho...
Polícia! Polícia!
Estava eu agora à tarde contemplando a vista da minha janela quando aparece um policial e entra pelos fundos da casa que fica do outro lado da rua. Não dou muita atenção, e então aparecem mais dois policiais. O burburinho atrás da minha mesa aumenta.
Mais uns minutos, a rua é fechada.
Logo depois, aparece um policial da força de elite, um sniper, com aquela roupa do exército e um rifle com mira telescópica. Ele se esconde no meio de alguns arbustos e a platéia aqui aumenta.
Vários minutos depois aparecem mais policiais ninjas perto da casa que parecia ser o alvo de toda a operação. Em um primeiro momento, eles (um grupo de 3, um atrás do outro) vão até a porta e voltam.
Logo depois, eu vejo os policiais ninjas atirarem um objeto e eu pensei "é uma granada". Batata. Mas é só uma "flash grenade", daquelas que só fazem barulho e emitem um clarão.
Desnecessário dizer que a platéia estava empolgada.
Uns minutos depois, eles filmam a porta da varanda da casa com o que parecia ser uma câmera pendurada na ponta de um bastão bem longo. A câmera fica lá por uns minutos e depois é recolhida.
Uns poucos minutos depois eles quebram o vidro da casa.
Mais uns minutos depois (parece o Akira, um amigo meu, jogando cartas - antes de cada descartada, cinco minutos de reflexão sobre o que fazer), e a câmera na ponta da vara de pescar é colocada por dentro do vidro quebrado.
E uns 5 minutos depois eles invadem a casa.
...
Não tinha ninguém lá dentro (pelo menos ninguém saiu preso). A SWAT de cá então chamou os policiais normais e tudo voltou à normalidade.
Quando a reportagem sair no jornal (tinha imprensa também), eu vou contar o que aconteceu.
Action!
É, Forest Lawn tem os seus problemas :-).
PS:
Várias pessoas viram e gostaram do "Into the Wild". É, realmente o filme é bom. E desculpem se eu falei que o carinha morre no final, é que a história é baseada em fatos reais, acho que não falar o que aconteceu é que nem falar de um filme sobre a Segunda Guerra Mundial sem dizer quem ganhou para manter o suspense :-).
Mais uns minutos, a rua é fechada.
Logo depois, aparece um policial da força de elite, um sniper, com aquela roupa do exército e um rifle com mira telescópica. Ele se esconde no meio de alguns arbustos e a platéia aqui aumenta.
Vários minutos depois aparecem mais policiais ninjas perto da casa que parecia ser o alvo de toda a operação. Em um primeiro momento, eles (um grupo de 3, um atrás do outro) vão até a porta e voltam.
Logo depois, eu vejo os policiais ninjas atirarem um objeto e eu pensei "é uma granada". Batata. Mas é só uma "flash grenade", daquelas que só fazem barulho e emitem um clarão.
Desnecessário dizer que a platéia estava empolgada.
Uns minutos depois, eles filmam a porta da varanda da casa com o que parecia ser uma câmera pendurada na ponta de um bastão bem longo. A câmera fica lá por uns minutos e depois é recolhida.
Uns poucos minutos depois eles quebram o vidro da casa.
Mais uns minutos depois (parece o Akira, um amigo meu, jogando cartas - antes de cada descartada, cinco minutos de reflexão sobre o que fazer), e a câmera na ponta da vara de pescar é colocada por dentro do vidro quebrado.
E uns 5 minutos depois eles invadem a casa.
...
Não tinha ninguém lá dentro (pelo menos ninguém saiu preso). A SWAT de cá então chamou os policiais normais e tudo voltou à normalidade.
Quando a reportagem sair no jornal (tinha imprensa também), eu vou contar o que aconteceu.
Action!
É, Forest Lawn tem os seus problemas :-).
PS:
Várias pessoas viram e gostaram do "Into the Wild". É, realmente o filme é bom. E desculpem se eu falei que o carinha morre no final, é que a história é baseada em fatos reais, acho que não falar o que aconteceu é que nem falar de um filme sobre a Segunda Guerra Mundial sem dizer quem ganhou para manter o suspense :-).
domingo, 28 de setembro de 2008
Into the wild

É a história deste carinha aí embaixo:

Christopher McCandless
O filme é sobre a aventura deste jovem aí de cima - em 1992, ele foi encontrado morto em um ônibus no Alasca depois de passar dois anos na estrada - "Into the Wild" - em uma jornada que, eu diria, é de auto conhecimento.
Eu falei que ele morre no final? Olha a crítica do UOL:
SINOPSEApós concluir seu curso na Emory University, o brilhante aluno e atleta Christopher McCandless abre mão de tudo o que tem e poderia ter numa bela carreira. Doa todas as suas economias - cerca de US$24 mil - para caridade, coloca uma mochila nas costas e parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho, Christopher se depara com uma série de personagens que irão moldar sua vida para sempre. |
SENSACIONAL. Detalhe para a passagem "irão moldar sua vida para sempre.". Alôôô. Você viu o filme? Dois anos não é para sempre. Come on!
Vamos ver a Revista Veja:
Em 1990, depois de se formar na faculdade com notas que facilmente o credenciariam a cursar direito na Universidade Harvard, o jovem Christopher McCandless doou todo o seu dinheiro – 24 000 dólares – a uma instituição de caridade, encheu uma mochila, entrou em seu carro velho e nunca mais foi visto pela família. Nos primeiros meses, enviou a eles um ou outro cartão-postal. Depois, nem isso. Os McCandless só vieram a saber novamente de seu filho em setembro de 1992, por meio de um relatório de autópsia: era de Christopher o corpo encontrado, já em avançado estado de decomposição, num ônibus velho que servia de abrigo a aventureiros no meio do Alasca. O que Christopher almejava com sua vida de andarilho e por que ele sucumbira durante a temporada como ermitão no Alasca foram as perguntas que o escritor Jon Krakauer começou a se fazer obsessivamente na ocasião. Krakauer, que também atravessara um período de isolamento radical na juventude, primeiro pesquisou a aventura e morte de Christopher para um artigo. Não foi o bastante para purgar sua inquietação. Ele refez então o percurso tortuoso do rapaz pelo país, entrevistou as pessoas com quem ele cruzara, e nas quais deixara impressões profundas, e ponderou os pequenos azares que culminaram em seu fim solitário. O saldo foi um livro quase hagiográfico na forma como identifica em Christopher um idealismo inflexível e uma coragem ilimitada na busca por seu modelo de pureza. Mais equilibrado, e mais comovente, é o filme homônimo, Na Natureza Selvagem (Into the Wild, Estados Unidos, 2007), que estréia nesta sexta-feira no país.
Dirigida por Sean Penn, esta adaptação destila o espírito que moveu Christopher McCandless: uma espécie de ideal americano de santidade, nascido do cruzamento do puritanismo com o fascínio pela vastidão do território. Um menino complicado e obstinado, filho de pais idem, Christopher desde pequeno revelara talento incomum para viver na natureza. Em algum ponto, passou a enxergar nela a resposta para sua rejeição às faltas dos pais e a seu suposto materialismo. Leitor fanático de Jack London e Henry Thoreau, grandes romantizadores da vida selvagem, meio que se convenceu de que retornar ao estado mais primitivo, sem dinheiro, sem bens e vivendo do que a natureza pudesse lhe oferecer, o faria exterminar seu falso "eu". Desprezou, porém, a lógica que fez a espécie prosperar: o acúmulo de técnica, de conhecimento e de estratégia. Se não tivesse rasgado seu mapa do Alasca, saberia que poderia ter cruzado um rio torrencial em outro ponto e assim retornado à civilização, como pretendia. Sem sabê-lo, teve de estender sua estada no ônibus abandonado até morrer de inanição e provável envenenamento por sementes nativas.
Nas mãos de Penn, e interpretado pelo magnético Emile Hirsch, o protagonista reencontra um âmago mais doce. Christopher, aqui, se parece menos com o profeta do livro e mais com o que provavelmente foi: um menino com muitas questões íntimas por resolver (há indícios de que ele jamais teve um relacionamento sexual, por exemplo), que teve a infelicidade de morrer por excesso de cura para seus males – mas que era capaz de imensa alegria, deslumbramento e generosidade. Essa é a imagem que Penn crava em seu desfecho. E é ela que faz Na Natureza Selvagem doer tanto.
É, ficou melhor.
Mas o filme é bom mesmo. Gostei. Agora eu tenho que ver Cidadão Kane, um filme Japonês e um outro filme que eu não lembro agora.
E eu estou resfriado. Saco.
Fui!
sábado, 27 de setembro de 2008
Resident Evil IV
Pois é.
Arrumei um jogo bom para o Wii. Um daqueles 3D que tem que ir matando um monte de zumbi pelo caminho, mas o legal do Wii é que é só mirar com o controle na tela e mandar brasa. Logo, logo, eu fecho o jogo, e aí...
... eu vou poder escrever mais no blog! Pois é, desde que eu comecei a tentar acabar este jogo o blog ficou meio abandonado. E eu também andava meio sem paciência para mexer com o computador em casa - coisas de quem trabalha o dia inteiro na frente de um.
Bom, novidades... Deixa eu ver:
. A Soraya volta dia 7 de Outubro. O dia de folga no trabalho já está marcado;
. Ontem eu tive uma reunião para discutir uma plataforma de desenvolvimento para um produto que a gente vai fazer - foi uma discussão interessante, com pontos de vista diferentes, um "shut up" aqui, um "you are not doing what I told you to do again" ali, e eu dizendo "eu já tenho a minha decisão, mais uma hora de reunião não vai mudar nada". Yeah!
. Ontem a gente foi em um bar chamado Kilkenny para beber em comemoração (?) à um cara que está saindo da empresa. O bar (pub) deve ter umas 30 TV's, os fãs de hockey costumam ir lá para acompanhar o jogo do Calgary Flames;
. Recebi um cartão de crédito hoje!
. Esgotei o limite do cartão de crédito hoje! (mas o limite é baixo e eu aproveitei para pagar uma conta);
. Hoje eu comprei o "pillow top" na Ikea. É como se fosse uma cobertura para o colchão, deve ter uns 5 ou 6 cm de espessura, e é bem macia. Vamos ver se as costas agradecem.
E é isso por hoje! Vou ver um pouco de TV!
Prometo escrever mais em breve.
Fui!
Arrumei um jogo bom para o Wii. Um daqueles 3D que tem que ir matando um monte de zumbi pelo caminho, mas o legal do Wii é que é só mirar com o controle na tela e mandar brasa. Logo, logo, eu fecho o jogo, e aí...
... eu vou poder escrever mais no blog! Pois é, desde que eu comecei a tentar acabar este jogo o blog ficou meio abandonado. E eu também andava meio sem paciência para mexer com o computador em casa - coisas de quem trabalha o dia inteiro na frente de um.
Bom, novidades... Deixa eu ver:
. A Soraya volta dia 7 de Outubro. O dia de folga no trabalho já está marcado;
. Ontem eu tive uma reunião para discutir uma plataforma de desenvolvimento para um produto que a gente vai fazer - foi uma discussão interessante, com pontos de vista diferentes, um "shut up" aqui, um "you are not doing what I told you to do again" ali, e eu dizendo "eu já tenho a minha decisão, mais uma hora de reunião não vai mudar nada". Yeah!
. Ontem a gente foi em um bar chamado Kilkenny para beber em comemoração (?) à um cara que está saindo da empresa. O bar (pub) deve ter umas 30 TV's, os fãs de hockey costumam ir lá para acompanhar o jogo do Calgary Flames;
. Recebi um cartão de crédito hoje!
. Esgotei o limite do cartão de crédito hoje! (mas o limite é baixo e eu aproveitei para pagar uma conta);
. Hoje eu comprei o "pillow top" na Ikea. É como se fosse uma cobertura para o colchão, deve ter uns 5 ou 6 cm de espessura, e é bem macia. Vamos ver se as costas agradecem.
E é isso por hoje! Vou ver um pouco de TV!
Prometo escrever mais em breve.
Fui!
terça-feira, 23 de setembro de 2008
THE VOID
Sei lá porque lembrei da música Into the Void do Pink Floyd. Acho que o "THE VOID" era o blog, que anda sem muito conteúdo criativo nestas últimas semanas. É tudo culpa do carro! Agora eu não ando mais de ônibus e de trem e não vejo mais tantas pessoas estranhas como antigamente!
:-(
Brincadeirinha. Eu tenho ficado bastante em casa, e dá para falar da minha terapia do sono (eu dormi o final de semana inteiro) e dos filmes que eu ando vendo. Eu aluguei dois desenhos japoneses, Memories (muito bom) e Paprika (muito bom também). Ou, como diriam os puristas, é "animação" e não "desenho". Para mim se é desenhado, é desenho. Simples.
Eu também aluguei o primeiro Rambo, que aqui se chama "First Blood", mas infelizmente o bonitão aqui alugou Blu-Ray e Blu-Ray não toca no meu DVD. Foi uma pena, eu queria ver algum filme de ação vazio, e o primeiro Rambo era uma boa pedida.
Mas ação sem sentido por ação sem sentido, eu aluguei o filme Next, com o Nicolas Cage. É um filme em que ele consegue ver dois minutos no futuro. Apenas dois minutos, a não ser que ele esteja com a garota dos sonhos dele (que aliás deve ser a garota dos sonhos de muita gente), a Jessica Biel. O filme é médio, de médio para meia-boca - principalmente devido aos piores efeitos especiais já criados para um filme moderno.
...
O visto da Soraya saiu! E o do Arthur também! E o cartório reconheceu a minha assinatura meia boca (na verdade o carinha do cartório reconheceu a Soraya e reconheceu a assinatura mesmo com a mesma não batendo 100%). E eu reconheço que eu fiz umas repetições aí em cima, mas esta é minha assinatura, que deve ser reconhecida como minha marca registrada!
...
Esta semana eu faço 1000 KM com o carro. Sensacional. E eu consegui encher o tanque do carro! Aproveitei o valor baixo da gasolina (1.20 CAD, que nos últimos tempos é até barato), e coloquei 40 litros no bichão. A agulha até passou do "F" no marcador. Sensacional.
Em um destes dias de frio eu fui ligar o limpador traseiro e quem disse que ele dava sinal de vida? Mas à tarde, quando esquentou, ele funcionou que foi uma beleza. Acho que ele não é muito chegado no frio, coitado. Nem eu. Acho que nada funciona muito bem quando está frio.
...
Outono
O Outuno está à toda aqui em Calgary. O jardim está coberto de folhas amarelas e avermelhadas, e as árvores estão com aquela "cor" que a gente só costuma ver em filme. É bem bonito, mas, snif, é o presságio do inverno. A natureza sabe!
Mas a cidade realmente fica bonita. Eu não lembrava muito bem do Outono do ano passado, mas neste ano ele está bem, bem marcante.
Quando a Soraya chegar a gente tira umas fotos e coloca aqui.
Agora, fui!
Sei lá porque lembrei da música Into the Void do Pink Floyd. Acho que o "THE VOID" era o blog, que anda sem muito conteúdo criativo nestas últimas semanas. É tudo culpa do carro! Agora eu não ando mais de ônibus e de trem e não vejo mais tantas pessoas estranhas como antigamente!
:-(
Brincadeirinha. Eu tenho ficado bastante em casa, e dá para falar da minha terapia do sono (eu dormi o final de semana inteiro) e dos filmes que eu ando vendo. Eu aluguei dois desenhos japoneses, Memories (muito bom) e Paprika (muito bom também). Ou, como diriam os puristas, é "animação" e não "desenho". Para mim se é desenhado, é desenho. Simples.
Eu também aluguei o primeiro Rambo, que aqui se chama "First Blood", mas infelizmente o bonitão aqui alugou Blu-Ray e Blu-Ray não toca no meu DVD. Foi uma pena, eu queria ver algum filme de ação vazio, e o primeiro Rambo era uma boa pedida.
Mas ação sem sentido por ação sem sentido, eu aluguei o filme Next, com o Nicolas Cage. É um filme em que ele consegue ver dois minutos no futuro. Apenas dois minutos, a não ser que ele esteja com a garota dos sonhos dele (que aliás deve ser a garota dos sonhos de muita gente), a Jessica Biel. O filme é médio, de médio para meia-boca - principalmente devido aos piores efeitos especiais já criados para um filme moderno.
...
O visto da Soraya saiu! E o do Arthur também! E o cartório reconheceu a minha assinatura meia boca (na verdade o carinha do cartório reconheceu a Soraya e reconheceu a assinatura mesmo com a mesma não batendo 100%). E eu reconheço que eu fiz umas repetições aí em cima, mas esta é minha assinatura, que deve ser reconhecida como minha marca registrada!
...
Esta semana eu faço 1000 KM com o carro. Sensacional. E eu consegui encher o tanque do carro! Aproveitei o valor baixo da gasolina (1.20 CAD, que nos últimos tempos é até barato), e coloquei 40 litros no bichão. A agulha até passou do "F" no marcador. Sensacional.
Em um destes dias de frio eu fui ligar o limpador traseiro e quem disse que ele dava sinal de vida? Mas à tarde, quando esquentou, ele funcionou que foi uma beleza. Acho que ele não é muito chegado no frio, coitado. Nem eu. Acho que nada funciona muito bem quando está frio.
...
Outono
O Outuno está à toda aqui em Calgary. O jardim está coberto de folhas amarelas e avermelhadas, e as árvores estão com aquela "cor" que a gente só costuma ver em filme. É bem bonito, mas, snif, é o presságio do inverno. A natureza sabe!
Mas a cidade realmente fica bonita. Eu não lembrava muito bem do Outono do ano passado, mas neste ano ele está bem, bem marcante.
Quando a Soraya chegar a gente tira umas fotos e coloca aqui.
Agora, fui!
domingo, 21 de setembro de 2008
Amigos!
Ontem a Soraya fez um churrasquinho com os nossos amigos na casa do pai dela. Faltou o Fabrício, que estava fazendo a mudança da namorida, a Cinara. E para não dizer que mesmo assim a trupe estaria completa faltou o Akira com a família. Mas de resto, estava todo mundo lá!
E é claro que a gente foi conversar pela web cam. E é claro que eles estavam mais para lá do que para cá e tocaram Wish You Were Here (do Pink Floyd), com direito a isqueirinho do lado de lá e do lado de cá (para quem não sabe, Wish You Were Here era a única música inteira que eu sabia tocar no violão e a gente sempre inventava de tocar).
Olha o Kb.Lo comigo no colo:

E eu com o Kb.Lo e a Alê:

Todo o povo (menos a Soraya, que estava atrás da câmera):

E a Soraya:

Pablo e Camila:

Boca e Lú:

Tutú:

Chuck assumindo a churrasqueira na falta do gaúcho aqui:

Sabrina não entendendo alguma coisa:

Êêê saudades. Foi que nem o Tutú disse ontem quando o Kb.Lo perguntou se ele gostava mais do Canadá do que do Brasil, e ele disse que "ele gostaria que fosse os dois
juntos". Profundo!
Uma das coisas que mais fazem falta aqui são os amigos! E os churrasquinhos com os amigos! E os barzinhos! E as viagens! Pena que agora, para mim, só ano que vem!
...
Hoje foi aniversário do meu pai, o Geraldão, como diz a Soraya. Olha ele aí com a esposa e o netinho:

Parabéns!!!
...
Hoje à tarde eu senti um cheirinho de churrasco à tarde e resolvi sair para jantar. Fui num lugar que eu acho que se chama Moxis, fica perto do Signal Hill e é super bonito. Quando a Soraya e o Arthur voltarem a gente vai jantar por lá. Existem alguns restaurantes sem noção aqui em Calgary que regulam o ar-condicionado para gélidos 17 graus, e fica DESCONFORTÁVEL ficar no salão por muito tempo. Este restaurante, assim como outros da cidade, tem um ambiente mais quentinho, e até lareira tinha.
E o bife era bão.
Bom, isso aí. Vou ver um pouco de TV, beber alguma coisa, e fazer o que eu mais fiz neste final de semana - dormir!
Fui!
E é claro que a gente foi conversar pela web cam. E é claro que eles estavam mais para lá do que para cá e tocaram Wish You Were Here (do Pink Floyd), com direito a isqueirinho do lado de lá e do lado de cá (para quem não sabe, Wish You Were Here era a única música inteira que eu sabia tocar no violão e a gente sempre inventava de tocar).
Olha o Kb.Lo comigo no colo:

E eu com o Kb.Lo e a Alê:

Todo o povo (menos a Soraya, que estava atrás da câmera):

E a Soraya:

Pablo e Camila:

Boca e Lú:

Tutú:

Chuck assumindo a churrasqueira na falta do gaúcho aqui:

Sabrina não entendendo alguma coisa:

Êêê saudades. Foi que nem o Tutú disse ontem quando o Kb.Lo perguntou se ele gostava mais do Canadá do que do Brasil, e ele disse que "ele gostaria que fosse os dois
juntos". Profundo!
Uma das coisas que mais fazem falta aqui são os amigos! E os churrasquinhos com os amigos! E os barzinhos! E as viagens! Pena que agora, para mim, só ano que vem!
...
Hoje foi aniversário do meu pai, o Geraldão, como diz a Soraya. Olha ele aí com a esposa e o netinho:

Parabéns!!!
...
Hoje à tarde eu senti um cheirinho de churrasco à tarde e resolvi sair para jantar. Fui num lugar que eu acho que se chama Moxis, fica perto do Signal Hill e é super bonito. Quando a Soraya e o Arthur voltarem a gente vai jantar por lá. Existem alguns restaurantes sem noção aqui em Calgary que regulam o ar-condicionado para gélidos 17 graus, e fica DESCONFORTÁVEL ficar no salão por muito tempo. Este restaurante, assim como outros da cidade, tem um ambiente mais quentinho, e até lareira tinha.
E o bife era bão.
Bom, isso aí. Vou ver um pouco de TV, beber alguma coisa, e fazer o que eu mais fiz neste final de semana - dormir!
Fui!
sábado, 20 de setembro de 2008
Hoje a casa está uma beleza.
Acabei a pintura da mesa da sala, joguei fora o jornal que estava no chão (para não sujar o carpete de tinta), guardei os pincéis e todos os apetrechos, coloquei as cadeiras no lugar, joguei fora as garrafinhas vazias de água, coloquei a louça para lavar e lavei a pia, comi pizza, joguei fora os envelopes vazios e fiquei só com a correspondência, e agora até que não parece mais uma república.
Ufa.
Bom, ontem teve uma confraternização com o pessoal do trabalho. Como eu disse antes, comemoração de algum projeto do qual eu não fiz parte. Foi bem legal. Primeiro fomos em um campo de golfe, mas não para jogar golfe em si, apenas para bater na bolinha e tentar fazer ela ir o mais longe possível, o que eles chamam de Driving Range. Mais ou menos que nem este aí de baixo, mas beeeem mais simples:

E até que é legal. É meio difícil, é fato, mas é divertido. Vou tentar de verdade mais pra frente, e vamos ver o que acontece.
Agora eu preciso sair.
Fui!
Acabei a pintura da mesa da sala, joguei fora o jornal que estava no chão (para não sujar o carpete de tinta), guardei os pincéis e todos os apetrechos, coloquei as cadeiras no lugar, joguei fora as garrafinhas vazias de água, coloquei a louça para lavar e lavei a pia, comi pizza, joguei fora os envelopes vazios e fiquei só com a correspondência, e agora até que não parece mais uma república.
Ufa.
Bom, ontem teve uma confraternização com o pessoal do trabalho. Como eu disse antes, comemoração de algum projeto do qual eu não fiz parte. Foi bem legal. Primeiro fomos em um campo de golfe, mas não para jogar golfe em si, apenas para bater na bolinha e tentar fazer ela ir o mais longe possível, o que eles chamam de Driving Range. Mais ou menos que nem este aí de baixo, mas beeeem mais simples:

E até que é legal. É meio difícil, é fato, mas é divertido. Vou tentar de verdade mais pra frente, e vamos ver o que acontece.
Agora eu preciso sair.
Fui!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Soletrando
Uma das coisas que eu mais gostava de fazer no último trabalho em que eu falava Português (ou seja, no Brasil), era ter que soletrar alguma coisa usando o "código ofensivo":
. Ravi, como é que é mesmo?
. Cara, é EBRUCASDI.
. Cara, soletra!
. E que nem em Estúpido;
. B que nem em Burro;
. R que nem em Retartado;
. U que nem em Ultrapassado;
. C que nem em Cocô;
. A que nem em Anta;
. S que nem em Solitário;
. D que nem em Demente;
. I que nem em Idiota.
Sei lá porque cargas d'água, algumas pessoas ficavam ofendidas.
Vai saber.
. Ravi, como é que é mesmo?
. Cara, é EBRUCASDI.
. Cara, soletra!
. E que nem em Estúpido;
. B que nem em Burro;
. R que nem em Retartado;
. U que nem em Ultrapassado;
. C que nem em Cocô;
. A que nem em Anta;
. S que nem em Solitário;
. D que nem em Demente;
. I que nem em Idiota.
Sei lá porque cargas d'água, algumas pessoas ficavam ofendidas.
Vai saber.
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