segunda-feira, 3 de novembro de 2008

YAMAHA C40

Não, não é moto não.

É um violão:



Finalmente comprei o bichinho. 139 dólares na Guitar Works da Mc(Mac)Leod Trail (eu não até hoje como escrever este nome), e eu sem ritmo aprendendo como tocar MPB decentemente com a Soraya, que manja de ritmo mas não sabe tocar violão. Eu comecei a brincar com o violão na minha adolescência, deixei o meu que meu pai me deu há muitos anos no Brasil e resolvi "reaprender" a tocar. Embora eu saiba umas 30 introduções de várias músicas diferentes, possua a técnica necessária para dedilhar e até talvez usar a palheta, careço de saber mais do que uma música inteira e careço miseravelmente (gíria do Inglês mal adaptada ao Português) de algumas habilidades chave:

. Ritmo;
. Cantar e tocar ao mesmo tempo.

Ou seja, minha habilidade com o violão é mais uma distração pessoal do que uma distração para o grande público. Mas já estou treinando umas músicas que a Soraya gosta (Give Me Love, música do George Harrison na versão da Marisa Monte, e também A Sua, da Marisa Monte), e eu até imprimi umas cifras de algumas músicas do Chico Buarque - mas PELOAMORDEDEUS, quem é o polvo que consegue montar aqueles acordes? Preciso fazer alongamento diário dos meus dedos ou achar uma versão simplificada das cifras, senão vai rolar o samba de um acorde só.

Mas caminhando e cantando e seguindo a canção a gente vai, e eu não faço muita questão de aprender esta música. Agora como parte do processo natural de recomeçar a tocar violão vem a dor nas pontas dos dedos até que estes "calejem" com o exercício diário.

...

Que mais? Neste Domingo fomos no Stanley Park, em Kensigton, um parque simples e bem bonitinho, no Sábado fomos andar de trem e vimos um ser com uma maquiagem de zumbi bem sinistra no rosto e que devia estar com a maior ressaca dos seus 17 anos de idade, já que tremia mais do que o Ozzy Osbourne e não conseguia andar em linha reta. Tinha também um cara com um Rottweiller que dava para alimentar uma família de 5, um bêbado com uma bicicleta que segundo ele é mais velha do que eu (deve ser velha mesmo, já que normalmente erram a minha idade para mais), um outro bêbado que só sabia falar bebedês com o bêbado que tinha a bicicleta (na verdade, relembrando agora, ambos os bêbados tinham bicicletas), um grupo de 6 moglis com idades entre 14 e 7 anos, alguns vampiros e outros fantasiados já que era Sábado pós-Halloween e acho que de peculiar, só isso.

Como eu pude viver tanto tempo sem viajar de trem? E é bem mais legal quando é diversão e não único meio de transporte possível.

...

Sexta-feira foi o Halloween. Fomos eu, a Soraya, o Arthur, o Antônio e o Mateus na nossa vizinhança, e para surpresa geral da nação a maioria das casas tinham doces e, surpresa maior ainda, os doces e afins eram "do bom" e não "do doce" (contexto para entender a piada - há muitos e muitos anos, tinha uma empresa que vendia doces - balas e afins - e colocava uns brinquedinhos bem vagabundinhos para a molecada - quando a gente diz "do doce" quer dizer que "não presta", já que o que vem de graça no doce não presta). Talvez nestes dias de Kinder Ovo o correto fosse dizer "do chocolate", mas acho que não tem tanta graça.

Em resumo, foi bem legal, com direito a cervejinha depois (+ vinho = ressaca no dia seguinte).

Bom, vou dormir.

Fui!

3 comentários:

Fabi disse...

Hehehehe...Ravi e um violão... já te vejo dedilhando: "Wish you were here..."

Kisses!!!!

Soraya Cruz Wallau disse...

Oi Raw, o outro bêbado, o q falava bebedês, estava com uma muleta!
Pode crer, esse findi foi bem legal! Bjos.

Ravi disse...

É verdade, Sô.

Eu lembrava que ele estava com alguma coisa, mas não conseguia lembra o quê!

Beijos, Ravi.